Hospital São Julião lança documentário sobre Irmã Silvia Vecellio
19 de agosto 2025
Ontem (18), o Hospital São Julião celebrou um momento histórico com o lançamento do documentário “Hospital São Julião: a arte de reabilitar vidas”. O evento celebrou também os 94 anos de vida da Irmã Silvia, além da homenagem ao ator Ney Latorraca, representado com sensibilidade pelo companheiro de vida, o ator, diretor e escritor Edi Botelho.
A solenidade reuniu autoridades, lideranças e representantes da sociedade, em um encontro que reafirma a importância do São Julião como patrimônio humano, cultural e social de Mato Grosso do Sul e do Brasil. Estiveram presentes a primeira-dama do Estado, Mônica Riedel, o secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Miranda, o ex-governador André Puccinelli, o ex-secretário Edson Giroto, a secretária-adjunta de Saúde, Crhistinne Maymone Gonçalves, os deputados federais Beto Pereira e Geraldo Resende, os deputados estaduais Roberto Hashioka e Pedro Pedrossian Neto, além de dirigentes hospitalares como Alir Terra e Jary de Castro.
Carlos Augusto Melke, presidente da Associação Beneficente de Auxílio e Recuperação dos Hansenianos (ABARH), destacou que o documentário está alinhado à pauta global da Agenda 2030 da ONU e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), nos quais a cultura exerce papel essencial na preservação do patrimônio histórico-cultural e a saúde mantém o compromisso de assegurar vidas saudáveis e promover o bem-estar para todos.
“Recontar a história da Irmã Sílvia Vecellio é reconhecer a força de uma mulher que não mediu esforços para reconstruir o Hospital São Julião com amor, visão e coragem. Este documentário eterniza não apenas sua trajetória, mas também os valores que ela deixa como legado para todos nós que acreditamos na saúde como um ato de amor ao próximo.”
O documentário foi uma realização da Macro Vídeo, em coprodução com a TBX Audiovisual e a Uaná Produções, sob a direção artística do jornalista Sérgio Carvalho, com o incentivo da Lei Paulo Gustavo, da Fundação de Cultura de MS e da SETESC.
A obra reúne imagens de arquivo, depoimentos de pessoas que participaram ativamente da transformação do hospital e cenas atuais que conectam passado, presente e futuro. Ao longo de três episódios, o público acompanhará momentos que vão da sapataria à palhaçaria, das esculturas de João Zumelho à poesia de Lino Villachá, revelando como o hospital transformou a dor em expressão artística e acolhimento.
O evento uniu arte, história, filantropia e compromisso social eternizando o São Julião como referência de amor e reabilitação de vidas.
Assessoria de Comunicação
Foto: Silas Lima


